
DÉBUT!

Saison de Chasse
2026 71min Full HD Brésil
En 2022, durant l'hiver sombre et pluvieux de Porto Alegre, un tueur en série d'hommes homosexuels, en fuite depuis les années 1990, se sent enhardi par les discours homophobes haineux de personnalités politiques et religieuses et décide de frapper à nouveau. L'inspecteur Rubens Filho, de la brigade anti-intolérance, est chargé de l'arrêter et infiltre les quartiers défavorisés de la ville.
Alors que la vérité touche à sa fin, un enchevêtrement de secrets, de traumatismes et de violences s'étendant sur plusieurs générations se dévoile. Dans cette traque où nul ne semble innocent et où chacun dissimule un secret, le chasseur risque fort de devenir la prochaine proie.
Avec : Bruno Gadiol, Werner Schünemann, Denizeli Cardoso, Thuanie Cigaran, Mandy Candy, Orlando Caldeira, Lipsen, João Lima, Lucas Leal, Renê de Palma, Faylon, Wes, Robin Dias, Lucas Prado, Rafa do Céu
Genres : Thriller, Film Policier, Film d'Horreur
TEMPORADA DE CAÇA: SERIAL KILLER DE HOMENS GAYS ATACA EM PORTO ALEGRE
Estreando no cinema, Rodrigo Bragaglia dirige thriller que combina suspense, investigação criminal e crítica social
Porto Alegre, RS, Brasil — No inverno de 2022, uma série de assassinatos de homens gays faz a polícia de Porto Alegre suspeitar do retorno de Otto Ventura (Werner Schünemann), serial killer que aterrorizou a cidade nos anos 1990 e permaneceu foragido por décadas. De volta à atividade, ele encontra legitimação de seu ódio em discursos de políticos e religiosos contra a população LGBTQIA+.
À frente da investigação está Rubens Filho (Bruno Gadiol), policial gay que enfrenta o maior caso de sua carreira. Ao lado da equipe da Delegacia de Combate à Intolerância, ele precisa capturar o assassino e impedir que novas vítimas sejam feitas.
Temporada de Caça utiliza os elementos do thriller policial para abordar homofobia, discurso de ódio, violência, representatividade LGBTQIA+, religião, política e saúde mental, colocando a diversidade de personagens no centro da narrativa. Entre eles estão uma policial travesti e uma delegada negra.
Além de Bruno Gadiol e Werner Schünemann, o elenco conta com Delizeli Cardoso, Thuanie Cigaran e as participações especiais da influenciadora Mandy Candy (estreando no cinema) e do ator Orlando Caldeira.
UM THRILLER COM IDENTIDADE PRÓPRIA
Produzido de forma independente em Porto Alegre, financiado pela Lei Paulo Gustavo e pela Futuro Filmes, o longa aposta em uma combinação pouco comum no cinema brasileiro: uma trama de serial killer centrada na investigação de assassinatos de homens gays, inserida em um contexto contemporâneo de intolerância e violência.
A cidade participa ativamente da construção da narrativa. O inverno chuvoso, as ruas urbanas e diferentes espaços arquitetônicos de Porto Alegre contribuem para a atmosfera sombria do filme.
A história é contada pelo ponto de vista das vítimas, que geralmente acabam silenciadas em casos homofóbicos. Mais do que investigar um assassino, ela questiona até que ponto o discurso de ódio pode legitimar a violência
ESTREIA DE RODRIGO BRAGAGLIA
Temporada de Caça marca a estreia do fotógrafo e cineasta Rodrigo Bragaglia na direção de um longa-metragem de ficção.
A produção mantém uma forte identidade autoral e utiliza o cinema de gênero como caminho para abordar questões contemporâneas, buscando dialogar tanto com o público de suspense e investigação criminal, quanto com espectadores interessados em diversidade, comportamento e sociedade.
SOBRE O FILME
Título: Temporada de Caça
Gênero: Thriller policial / Suspense
Duração: 1h11min
Ambientação: Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Direção: Rodrigo Bragaglia
Produção: Futuro Filmes
CONTATO PARA IMPRENSA
Futuro Filmes
55 51 999569700
www.instagram.com/futurofilmesoficial
PAUTAS E HISTÓRIAS
Temporada de Caça reúne diferentes temas, personagens e elementos que podem gerar pautas específicas para cinema, cultura, comportamento, LGBTQIA+, política, religião, saúde, Porto Alegre e cultura pop.
Abaixo estão alguns dos principais ganchos que podem ser explorados de acordo com o perfil editorial de cada veículo.
SERIAL KILLER DE HOMENS GAYS
Um assassino que escolhe suas vítimas pela orientação sexual. Werner Schunemman interpreta seu primeiro papel como um serial killer. Otto Ventura é um serial killer homofóbico que volta a matar homens gays depois de décadas foragido. O personagem permite abordar violência LGBTQIA+, discurso de ódio, intolerância e a representação de serial killers no cinema brasileiro.
Possíveis abordagens: cinema de gênero, violência, homofobia, política, comportamento e true crime.
UM SERIAL KILLER CONSERVADOR
Quando o discurso de ódio se transforma em violência.
Otto Ventura é apresentado como um homem alinhado ao bolsonarismo e influenciado por discursos políticos e religiosos de intolerância. O filme utiliza o personagem para discutir a relação entre discurso de ódio, extremismo e violência contra pessoas LGBTQIA+.
UMA EVANGÉLICA HOMOFÓBICA INTERPRETADA POR UMA ATRIZ TRANS
Uma das contradições mais provocativas do filme.
Helena, a personagem evangélica e declaradamente homofóbica que, junto com o marido, expulsa o filho gay de casa, marca a estreia da influenciadora e atriz Mandy Candy no cinema.
A escolha permite discutir representação, religião, preconceito e as provocações presentes na própria narrativa.
Gancho: “Trans-crente”, religião e representação transexual no cinema.
TERAPIA DE CONVERSÃO
A cena da família evengélica que levou o fillho gay, Renan (Renê de Palma), à uma "terapia de conversão" e o expulsa de casa, traz a relação entre religião, homofobia e repressão da sexualidade. Abre espaço para a pauta, seus impactos e a violência psicológica associada a essas práticas.
SUICÍDIO, DEPRESSÃO E ANSIEDADE ENTRE HOMENS GAYS
O filme também aborda situações relacionadas à saúde mental e à vulnerabilidade de homens gays diante da homofobia, do preconceito e da violência.
Possíveis abordagens: saúde mental, prevenção do suicídio, LGBTQIA+, juventude, isolamento e acolhimento.
POLICIAIS LGBTQIA+ NO CENTRO DA INVESTIGAÇÃO
Os personagens que investigam o assassino também fazem parte da população que ele persegue. Bruno Gadiol faz seu primeiro protagonista, como Rubens Filho, o policial gay que conduz a investigação, acompanhado por uma equipe que inclui a policial travesti, Thelma Bastos (Thuanie Cigaran). A presença desses personagens desloca a perspectiva tradicional do thriller policial e coloca pessoas LGBTQIA+ no protagonismo da ação.
UMA DELEGADA NEGRA EM UM THRILLER POLICIAL
Representatividade também atrás da mesa de investigação.
A delegada negra Elizabeth Cardoso (Denizeli Cardoso) é uma das figuras de autoridade da história e integra a investigação dos assassinatos, criando mais uma possibilidade de abordagem sobre representação e protagonismo negro no cinema brasileiro.
CHIMARRÃO E IDENTIDADE GAÚCHA
Um elemento cotidiano da cultura do Rio Grande do Sul aparece associado à Delegada Elizabeth e pode render uma abordagem mais leve sobre a presença da identidade gaúcha em uma produção de suspense e investigação criminal.
PORTO ALEGRE COMO PERSONAGEM
Um thriller policial assumidamente ambientado em uma Porto Alegre fria, chuvosa e sombria.
Ruas, arquitetura e diferentes espaços da capital gaúcha ajudam a construir a atmosfera do filme. A cidade não funciona apenas como cenário, mas participa da identidade visual e narrativa da história.
Gancho para: imprensa local, cultura, turismo, arquitetura e audiovisual gaúcho.
NUDEZ, FETICHES, SEXUALIDADE E CINEMA
A presença de nudez e sexualidade no filme pode gerar pautas para veículos especializados em cinema, entretenimento, cultura e comportamento, além de conteúdos voltados ao público adulto, respeitando a linha editorial e as políticas de cada plataforma.
O PÔSTER E A REFERÊNCIA À BEYONCÉ
Em alguns momentos, a identidade visual do filme estabelece referências à estética de Renaissance, de Beyoncé, incluindo um pôster na parede do quarto do personagem Renan, criando um possível diálogo com cultura pop, música e fanpages.
Gancho: cinema + cultura pop + estética visual.
“FOGO!” — O CLIPE CENSURADO
Na cena de um jornal que noticia a busca ao serial killer, aparece uma outra notícia, porém, real. Ela trata sobre o videoclipe "Fogo!" do Manga, antigo grupo musical do diretor Rodrigo Bragaglia e dirigido pelo próprio, que foi censurado em 2022, por fazer críticas diretas ao então governo, sobre o incentivo às queimadas na Amazônia e Pantanal.
Sua experiência de censura pode gerar uma pauta sobre a liberdade artística, consciência ambiental e ativismo.
BRAGAGLIA E O CINEMA ITALIANO
O sobrenome Bragaglia permite uma conexão com Anton Giulio Bragaglia e Carlo Ludovico Bragaglia, importantes nomes do cinema e das vanguardas artísticas/fotográficas italianas do século XX. O tema pode render uma abordagem sobre fotografia, cinema experimental, história da arte e a relação entre o sobrenome e a trajetória artística de Rodrigo Bragaglia.
No filme Rodrigo compõe a sua direção de arte com obras de autoria própria, de seu tio Ivens Bragaglia e de seu anscestral, Anton Giulio Bragaglia.
A referência à sua origem italiana também está presente na trilha sonora do filme, quando escolhe a clássica ópera do século XVIII, Caro Mio Ben, de Tommaso e Giuseppe Giordani, como pano de fundo dramático para a cena do último assassinato da história.
QUEBRADA QUEER
A canção Quebrada Queer, do grupo de rap gay homônimo, foi escolhida por Bragaglia para ser a música tema do filme, soando na vinheta de abertura, na cena de embate da família evangélica e, em sua íntegra, nos créditos finais.
Ela vem ao encontro direto do tema do empoderamento gay, abordando, assim como o filme, as mazelas da vivência gay na sociedade heteronormativa e homofóbica. Os direitos autorais pagos pela canção, vão diretamente para a produtora/ong Casa1, que abriga pessoas LGBT+s expulsas de casa.
Possibilidade de ação ou conteúdo envolvendo Quebrada Queer e Temporada de Caça.
PAULO GUSTAVO E A REPRESENTAÇÃO LGBTQIA+ NO CINEMA
O filme também se conecta com a realidade da sua época, abordando de forma direta a morte do ator Paulo Gustavo, então um dos raros gays assumidos no main stream artístico do Brasil e sua causa, a falta de compra de vacinas para Covid-19, por parte do governo federal.
Coinscidentemente, o projeto conseguiu sair do papel graças à Lei Paulo Gustavo.
Pode ser inserido em uma discussão mais ampla sobre a presença LGBTQIA+ no audiovisual brasileiro, incluindo o legado de Paulo Gustavo e a importância de políticas públicas para a arte e cultura.
CINEMA INDEPENDENTE PRODUZIDO EM PORTO ALEGRE
Temporada de Caça também pode ser abordado pelo ponto de vista da produção: um longa-metragem independente realizado em Porto Alegre, com recursos da Lei Paulo Gustavo somados aos da própria produtora, Futuro Filmes,, que chega ao cinema de gênero a partir de uma produção fora dos grandes centros do audiovisual brasileiro.
Gancho: produção independente, cinema gaúcho e descentralização do audiovisual.
RUBENS FILHO: UM POLICIAL GAY E VEGANO NO CENTRO DO THRILLER
Rubens Filho, protagonista de Temporada de Caça, começa a história afirmando sua escolha pelo veganismo. A característica é apresentada desde os primeiros momentos do filme e integra a construção de um personagem que foge de estereótipos tradicionais do policial de thrillers. Gay, vegano e responsável por investigar um serial killer que persegue homens gays, Rubens reúne diferentes camadas de identidade sem que elas sejam reduzidas a uma única característica.
ALIMENTAÇÃO 100% VEGANA NOS SETS DE FILMAGENS
A alimentação da equipe e elenco durante as filmagens foi 100% vegana, sem alimentos de origem animal, buscando diminuir impactos ambientais da produção. O projeto contou com empresas de alimentação veganas como apoiadores de catering. Vida Veg, Goshen, Mila Veg, Prato Verde, Moo Veg Food, Botânico.
POSSIBILIDADES DE AMPLIFICAÇÃO
Além dos veículos tradicionais de cinema e cultura, os diferentes temas permitem aproximações com páginas LGBTQIA+, influenciadores de cinema, cultura pop, veganismo, política, religião, comportamento, saúde mental, Porto Alegre, música e cultura gaúcha, além de jornalistas e veículos de diferentes linhas editoriais quando houver pertinência temática.
A proposta é oferecer diferentes portas de entrada para a história, permitindo que cada veículo encontre no filme o ângulo mais adequado ao seu público.

















ELENCO
Rubens Filho - Bruno Gadiol
Otto Ventura - Werner Schunemann
Delegada Elizabeth Denizeli Cardoso
Thelma Bastos Thuanie Cigaran
Rogério - Orlando Caldeira
Helena - Mandy Candy
Carlos - Faylon Lima
Renan - Renê de Palma
Edgar - Lipsen
Lucas - Lucas Leal
Cassiano - Diego Freitas
Bart - Robin Dias
W - Wes
Sabine Rouge - João Lima
Rafael - Lucas Prado
João Victor - Rafa do Céu
Mãe Rubens - Silvana Pinheiro
EQUIPE
diretor
Rodrigo Bragaglia
produtor
Rodrigo Bragaglia
coprodutor
Baby Steinberg, João Santos, Denise Rocha Almeida
escritor
Rodrigo Bragaglia
co-escritor
Diones Camargo, Rudjere Schultz
figurinista
Beby Steinberg
assistente de direção
Carolina Klug de Assis, Anger Junior
assistente de produção
Anger Júnior, Natasha Bohm
diretor de fotografia
Rodrigo Bragaglia
diretor de arte
Rodrigo Bragaglia
cenógrafo
Anger Júnior
compositor de música original
Ângelo Luz
fotografia adicional
Fernando Vanelli
operador de câmera
Shandler Guterres, Voltaire Barbiere, Leonardo Medeiros, Rudjere Schultz, Rodrigo Bragaglia
assistente de câmera
Nathan Bellos, Diovani Riella
cabeleireiro
Depillèr
maquiador
Héllany Ribera Moletta, Ally Machado, Hyoran Galski
efeitos de maquiagem
Marília Ethur, Baby Steinberg
mixador de som
Guilherme Cássio, Duca Duarte
microfonista
Victor Mascarenhas, Lucka Lemos
fotografia making of
Alisson Fernandes
editor
Rodrigo Bragaglia, Rudjere Schultz
editor de som
Rodrigo Bragaglia
efeitos especiais
Danilo Zeppelin
